Fones de ouvido

Tipos e modelos de fones de ouvido

Ricardo Pizzotti

Para uso profissional, podemos dividir os fones de ouvido em dois tipos: aqueles que encaixam na parte de dentro da orelha (intra-auriculares) e os que cobrem toda a região onde está o ouvido, escondendo a orelha.

Os fones de ouvido possuem uma série de características importantes. As principais são a sensibilidade, a impedância e o tipo e a quantidade de diafragmas. A sensibilidade mede o volume máximo que o fone pode alcançar. Bons fones devem ter uma sensibilidade igual ou maior do que 85 dB. Os de alta fidelidade de áudio geralmente têm sensibilidade entre 95 dB e 109 dB.

 

Os fones trabalham com eletricidade e, como a impedância é a resistência para o fluxo elétrico, quanto maior a impedância de um fone, melhor a qualidade do som. Os valores de impedância adotados pelos fabricantes para os fones de ouvido variam muito devido aos vários tipos de amplificador aos quais os fones de ouvido serão conectados. Fones de ouvido de baixa impedância estão na faixa de 16 a 32, e fones de ouvido de alta impedância, entre 100 e 600. Quanto mais próximos os valores de impedância tanto do fone como da fonte sinal, maior a potência transferida e consequentemente maior o volume.

 

O diafragma, também chamado driver, de um fone de ouvido é, basicamente, o alto-falante. Existem muitos tipos, cada um com características específicas. O diafragma dinâmico é o mais comum e o mais barato entre os tipos existentes. Oferece boa amplitude sonora, conseguindo reproduzir vários tipos de frequência. 

 

Em alguns fones, o diafragma utilizado é o eletrostático; estes são mais caros por causa da tecnologia empregada em sua fabricação; além disso, são delicados, têm som limpo e a capacidade de alcançar vários tipos de graves e agudos. Seu ponto negativo é que, por serem finos e leves, eles não conseguem reproduzir os graves de forma muito intensa.

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